quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Agora uma referência a um outro português, iniciante europeu digo eu, mas que declina essa qualidade ou epíteto (prefiro não me ver como um compositor português mas apenas como um compositor*)- Vasco Mendonça, que escreveu uma ópera para o festival de Aix-en-provence, teve digressão europeia e apresentou-se dia 21 de fevereiro no teatro Maria Matos. Segundo a lógica dos posts anteriores, podemos dizer que este português tem as portas abertas para se tornar mais um "europeu", mesmo contrariando a sua perspetiva...Esta lógica da abertura de portas é muito interessante, dado que é o paradigma usado para outras situações: abrem-se sempre portas a alguém que não está inserido/inscrito em determinado meio, seja ele o teatro, o cinema ou outra atividade qualquer (como se teriam abeto as portas a André de Gouveia? Talvez porque o seu tio já estava no maio. E como se abriram as portas ao seu tio? Não vamos aqui aprofundar esta hipótese (fica para outra oportunidade), a da abertura de portas, mas podemos adiantar que pode ser um simples acaso, tendo por base qualidades científicas e técnicas do que "estão à porta", pois pode dar-se o caso da porta se fechar de imediato. Ainda gostaríamos de abordar, em termos de início de conversa, outro assunto: o da pretensa ou real exclusão da música portuguesa (só?!)da cena internacional/europeia *- in jornal de letras, artes e ideias, nº 1132,pg. 23

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